<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Comarca de Lisboa Norte - Conselho Superior da Magistratura</title>
	<atom:link href="https://csm.org.pt/tag/comarca-de-lisboa-norte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://csm.org.pt/tag/comarca-de-lisboa-norte/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Oct 2025 16:45:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2023/11/cropped-cropped-Logo_CSM-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Comarca de Lisboa Norte - Conselho Superior da Magistratura</title>
	<link>https://csm.org.pt/tag/comarca-de-lisboa-norte/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Conferência em Loures reforça papel do acolhimento familiar como modelo de proteção</title>
		<link>https://csm.org.pt/conferencia-em-loures-reforca-papel-do-acolhimento-familiar-como-modelo-de-protecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Perdigão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 16:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquivo de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comarcas]]></category>
		<category><![CDATA[Notas Informativas e Comunicados Emitidos pelo CSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de Destaque para a Pag Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Comarca de Lisboa Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[CSM]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias de acolhimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://csm.org.pt/?p=48781</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em Loures, acolheu, no dia 17 de outubro, a conferência...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://csm.org.pt/conferencia-em-loures-reforca-papel-do-acolhimento-familiar-como-modelo-de-protecao/">Conferência em Loures reforça papel do acolhimento familiar como modelo de proteção</a> aparece primeiro em <a href="https://csm.org.pt">Conselho Superior da Magistratura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="48781" class="elementor elementor-48781" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-429bee5e e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="429bee5e" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-53c7f860 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="53c7f860" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>O Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em Loures, acolheu, no dia 17 de outubro, a conferência “Famílias de Acolhimento Procuram-se”, promovida pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte, com o apoio do Conselho Superior da Magistratura e da Câmara Municipal de Loures.</p><p>A sessão de abertura contou com intervenções da juiz presidente da Comarca de Lisboa Norte, Sara Pina Cabral, da vice-presidente da Câmara Municipal de Loures, Sónia Paixão, e do vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura, juiz conselheiro Luís Azevedo Mendes.</p><p>“As famílias de acolhimento são, muitas vezes, o primeiro refúgio seguro após uma história de dor. São pontes de afeto e, ainda que lares temporários, deixam marcas permanentes”, afirmou Luís Azevedo Mendes no seu discurso.</p><p>Sublinhou ainda que o sucesso do acolhimento familiar exige uma resposta articulada, que envolva não só as instituições e os tribunais, mas também as comunidades, cuja participação é essencial para concretizar uma justiça mais humana e próxima.</p><p>Relembrando que esteve presente, há dois anos, num seminário igualmente dedicado aos direitos das crianças, o vice-presidente do CSM destacou que esta conferência gera novas responsabilidades. Sugeriu, por isso, a criação de uma bienal em Loures dedicada aos direitos das crianças e dos jovens, defendendo que espaços como este são fundamentais na estratégia de comunicação institucional e de construção de uma justiça próxima e participada.</p><p>Terminou com um apelo: que esta conferência “não seja apenas um momento de reflexão, mas também de ação”. E garantiu que, da parte do CSM, podem contar “com toda a atenção e interesse”.</p><p>Na sua intervenção, a juiz presidente da Comarca de Lisboa Norte destacou o acolhimento familiar como uma resposta possível, urgente e transformadora, mas referiu que ainda existe muito desconhecimento sobre o tema, tanto por parte dos profissionais como da sociedade em geral. Por isso, a Comarca produziu um folheto informativo com os principais dados e orientações, procurando tornar esta medida mais clara, acessível e compreendida.</p><p>Sublinhou que o acolhimento familiar conta com apoios financeiros, não impõe uma idade máxima e pode ser concretizado por estruturas familiares não convencionais. Chamou ainda a atenção para o desfasamento existente entre o acolhimento residencial e o familiar: apenas 6% das crianças em perigo estão atualmente em contexto familiar, face a 94% em instituições. Considerou essencial repensar a articulação entre os perfis das famílias disponíveis e as necessidades das crianças, para que o acolhimento seja realmente eficaz.</p><p>Com base na realidade dos tribunais, evocou o caso de um menor condenado a uma pena superior à sua idade, alertando para as consequências de uma intervenção tardia. Sublinhou que, embora não se possa mudar o mundo de uma só vez, é possível mudar mundos, desde que se interceda a tempo.</p><p>Sara Pina Cabral referiu ainda o novo <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-conselho-ministros/158-2025-939474962">Plano de Ação da Estratégia Única dos Direitos das Crianças e Jovens 2025-2030</a>, publicado em Diário da República no passado dia 13 de outubro, considerando-o um instrumento importante,  mas que não pode ficar apenas no papel. Entre outros pontos relevantes, destaca‑se a prioridade de garantir o direito a crescer em ambiente familiar, privilegiando o acolhimento familiar em vez da institucionalização, e capacitando as famílias.</p><p>A conferência incluiu vários painéis temáticos sobre o quadro legal e constitucional do acolhimento, as implicações da nova Lei n.º 37/2025, de 31 de março, e a cultura de acolhimento e os desafios do recrutamento de famílias, culminando numa mesa-redonda com contributos de profissionais, responsáveis institucionais e figuras públicas.</p><p style="text-align: right;"><em>Lisboa, 20 de outubro de 2025</em></p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-e51c35c e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="e51c35c" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-52ec9f7 elementor-widget elementor-widget-image-gallery" data-id="52ec9f7" data-element_type="widget" data-widget_type="image-gallery.default">
				<div class="elementor-widget-container">
							<div class="elementor-image-gallery">
			
<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="52ec9f7" data-elementor-lightbox-title="20251017_conf_loures_mesa" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NDg3NzgsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9jc20ub3JnLnB0XC93cC1jb250ZW50XC91cGxvYWRzXC8yMDI1XC8xMFwvMjAyNTEwMTdfY29uZl9sb3VyZXNfbWVzYS1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiNTJlYzlmNyJ9" href='https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-scaled.jpg'><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="432" src="https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-768x432.jpg" class="attachment-medium_large size-medium_large" alt="" srcset="https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-768x432.jpg 768w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-300x169.jpg 300w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-1024x576.jpg 1024w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-1536x864.jpg 1536w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures_mesa-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a>
<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="52ec9f7" data-elementor-lightbox-title="20251017_conf_loures" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NDg3ODAsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC9jc20ub3JnLnB0XC93cC1jb250ZW50XC91cGxvYWRzXC8yMDI1XC8xMFwvMjAyNTEwMTdfY29uZl9sb3VyZXMtc2NhbGVkLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjUyZWM5ZjcifQ%3D%3D" href='https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-scaled.jpg'><img decoding="async" width="768" height="432" src="https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-768x432.jpg" class="attachment-medium_large size-medium_large" alt="" srcset="https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-768x432.jpg 768w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-300x169.jpg 300w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-1024x576.jpg 1024w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-1536x864.jpg 1536w, https://csm.org.pt/wp-content/uploads/2025/10/20251017_conf_loures-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a>
		</div>
						</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://csm.org.pt/conferencia-em-loures-reforca-papel-do-acolhimento-familiar-como-modelo-de-protecao/">Conferência em Loures reforça papel do acolhimento familiar como modelo de proteção</a> aparece primeiro em <a href="https://csm.org.pt">Conselho Superior da Magistratura</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comunicado à Imprensa &#124; Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte &#124; Processo n.º 243/25.4PBLRS</title>
		<link>https://csm.org.pt/comunicado-a-imprensa-tribunal-judicial-da-comarca-de-lisboa-norte-processo-n-o-243-25-4pblrs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 18:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquivo de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comarca]]></category>
		<category><![CDATA[Comarca de Lisboa Norte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://csm.org.pt/?p=45649</guid>

					<description><![CDATA[<p>A propósito das notícias e comentários publicados na comunicação social a respeito das medidas de coação aplicadas no...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://csm.org.pt/comunicado-a-imprensa-tribunal-judicial-da-comarca-de-lisboa-norte-processo-n-o-243-25-4pblrs/">Comunicado à Imprensa | Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte | Processo n.º 243/25.4PBLRS</a> aparece primeiro em <a href="https://csm.org.pt">Conselho Superior da Magistratura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="45649" class="elementor elementor-45649" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-65e05f1 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="65e05f1" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-e294170 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="e294170" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>A propósito das notícias e comentários publicados na comunicação social a respeito das medidas de coação aplicadas no âmbito do processo n.º 243/25.4PBLRS, que corre termos nos Serviços do Ministério Público, prestam-se os seguintes esclarecimentos, por solicitação da Comarca de Lisboa Norte:</p><p>– Os arguidos, em número de três, foram apresentados pelo Ministério Público no Juízo de Instrução Criminal de Loures para primeiro interrogatório judicial de arguido detido, nos termos previstos no artigo 141.º do Código de Processo Penal.</p><p>– O primeiro interrogatório judicial de arguido detido não corresponde a um julgamento dos factos, nem tem em vista a antecipação da aplicação de penas, tendo por fim, tão somente, a aplicação de medidas de coação destinadas a acautelar os perigos a que alude o artigo 204.º do Código de Processo Penal, a saber: fuga ou perigo de fuga, perigo de perturbação do decurso do inquérito ou da instrução do processo, perigo para a aquisição, conservação ou veracidade da prova ou, ainda, perigo, em razão da natureza e das circunstâncias do crime ou da personalidade do arguido, de que este continue a atividade criminosa ou perturbe gravemente a ordem e a tranquilidade públicas.</p><p>– No caso, após interrogatório e de acordo com os elementos de prova disponíveis, os arguidos foram submetidos, por decisão do tribunal de instrução criminal, às medidas de coação não privativas da liberdade que foram promovidas pelo Ministério Público. Estas medidas foram consideradas, face aos elementos disponíveis nos autos, proporcionais e adequadas às finalidades de natureza cautelar que visam assegurar, nos termos dos artigos 191.º, 192.º e 193.º do mesmo Código.</p><p>– Foram aplicadas aos arguidos as seguintes medidas de coação: obrigação de apresentação semanal em posto policial da área da respetiva residência; obrigação de não contactar a ofendida por qualquer meio, incluindo redes sociais e através de interposta pessoa; obrigação de não se aproximarem a menos de 50 metros da ofendida; e ainda a obrigação de não se aproximarem a menos de 500 metros da casa onde reside ou noutra em que venha a residir, bem como do estabelecimento escolar que frequente.</p><p>– O processo encontra-se em segredo de justiça, sendo esta a única informação pública possível nesta fase. A investigação prossegue os seus termos legais e a decisão do tribunal é passível de recurso, nos termos da lei.</p><p>⁠- Sublinha-se que os/as juízes/juízas decidem de forma independente e imparcial, com base nos elementos constantes dos autos e no cumprimento rigoroso da lei.</p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
		<div class="elementor-element elementor-element-629988c e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="629988c" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-cbf1760 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="cbf1760" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p><em>Lisboa, 1 de abril de 2025</em></p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O conteúdo <a href="https://csm.org.pt/comunicado-a-imprensa-tribunal-judicial-da-comarca-de-lisboa-norte-processo-n-o-243-25-4pblrs/">Comunicado à Imprensa | Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte | Processo n.º 243/25.4PBLRS</a> aparece primeiro em <a href="https://csm.org.pt">Conselho Superior da Magistratura</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
